Ao andar pela rua que ela morava, senti novamente o cheiro da
felicidade, era o perfume das damas-da-noite que cercavam sua casa. Traziam-me
a nostalgia dos abraços de despedida naquela esquina. Os beijos esquecidos no
portão. E o amor, agora inerte, em minha alma.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
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